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Mostrando postagens com o rótulo Coluna

Avaliação da mobilidade de tronco

DOI:  10.1016/j.jsams.2016.04.006 IG LINK: @phasegroup ✋Avaliação da mobilidade de tronco . 🔴A mobilidade de tronco é uma valência importante para atletas em geral. Com uma boa mobilidade é possível dissipar cargas e transferir energia gerando aumento do desempenho e favorecendo a diminuição do estresse sobre o tecido musculo-esquelético . 🔺Embora seja possível avaliar mobilidade do tronco com goniômetro e análise 3D, ambos os métodos têm limitações que dificultam a sua realização na prática clínica. Desta forma, uma avaliação funcional, viável, reprodutível e de baixo custo é necessária neste contexto. . 💡O Leg Lateral Reach Test (LLRT) aparece como uma alternativa para os fisioterapeutas que se encontram nesta situação. Esta ferramenta mostrou-se ser reprodutível e válida quando comparada com a análise 3D para mensuração da mobilidade do tronco . ✅Para realizar o teste o sujeito deve permanecer na posição supino, e tentar com o pé alcançar a máxima distância sobre u...

Corrida fortalece o disco intervertebral

DOI:  10.1038/srep45975 IG LINK: @phasegroup 📑Estudo publicado na Nature teve como objetivo ver características do disco intervertebral (DIV) em pessoas que não faziam esporte, e corredores de média e longa distâncias. . Achados: . ✅Os corredores apresentaram melhor hidratação, mais conteúdo de proteoglicanos e maior hipertrofia do DIV. . Implicações clínicas: . 🔥Essa é a primeira evidencia em humanos que o exercício parece ser benéfico para o DIV, acreditava-se que o metabolismo do DIV era muito lento pra sofrer algum tipo de alteração com exercício. . ❌NÃO, corrida NÃO vai acabar, estragar, danificar, tirar do lugar, criar hérnia nas suas costas. É uma atividade SEGURA se bem orientada que vai te trazer saúde e bem-estar.

Caminhada vs exercícios específicos para dor lombar

DOI:  10.1177/0269215512453353 , 10.1016/j.apmr.2014.12.003 ,  10.1186/1471-2474-11-30 IG LINK:  @rehabscience Centenas de artigos e publicações em mídias sociais foram escritas sobre lombalgia e exercícios para a musculatura do CORE.  O que não se discute muito é a influência do exercício geral, como caminhar, na dor lombar.  -  Você sabia que vários estudos (ver referências acima) compararam o exercício de caminhada com exercícios específicos e observaram que os resultados a longo prazo não são significativamente diferentes!  -  ✅O que isso significa?  Os exercícios para o CORE e a caminhada podem ser formas eficazes em termos de redução dos sintomas da dor lombar.  Portanto, se você não gosta de exercícios de reabilitação,  tente implementar um programa de caminhada de 30 a 60 minutos em pelo menos dois dias por semana.

10 FATOS SOBRE A DOR LOMBAR

DOI: 10.1136/bjsports-2019-101611 IG LINK: @physioupdate A dor lombar persistente pode ser assustadora, mas raramente é perigosa. Envelhecer não é uma causa de dor lombar. A dor lombar persistente é raramente associada à graves danos teciduais. Exames de imagens raramente mostram causa da dor lombar. Dor com exercício e movimento não significa que você está fazendo mal para a sua coluna. A dor lombar não é causada por uma má postura Dor lombar não é causada porque  "o seu core está fraco". A coluna não se desgasta com a carga ou encurvamentos diários. Crises de dor não significa que você está machucando a si próprio. Injeções, cirurgias e drogas muito fortes geralmente não são a cura.

In line half-kneeling test: Uma forma simples e confiável de avaliar a estabilidade do core.

DOI: doi.org/10.1123/jsr.2018-0031 IG LINK: @phasegroup No half-kneeling test o indivíduo permanece ajoelhado com uma perna a frente e outra atrás sobre uma linha no solo com as mãos cruzadas sobre os ombros (Posição na figura). Durante o teste o avaliador solicita que o atleta permaneça na posição durante 120 segundos. Caso o indivíduo tire um dos pés da linha ou abra um dos braços o teste é interrompido e o sujeito classificado como baixa estabilidade ( o termo que utilizam no estudo é “break”). ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔸No estudo de validação os autores avaliaram o teste em três grupos distintos: 1- indivíduos saudáveis 2) indivíduos com histórico de lesão do LCA; 3) atletas saudáveis. Como esperado pelos autores, 72% dos indivíduos com histórico de lesão não passaram no teste enquanto 16% do grupo de atletas e 44% dos indivíduos saudáveis falharam na avaliação. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔸A análise da confiabilidade mostrou ainda bons níveis de estabilidade da medida quando feita por avaliadores distintos. ⠀...

Teste confiável para avaliação da mobilidade de rotação da coluna torácica.

DOI:  10.1016/j.ptsp.2015.09.003 IG LINK: @phasegroup Em um estudo feito com surfistas, pesquisadores verificaram a confiabilidade de um teste desenhado para mensurar a mobilidade de rotação da coluna torácica. Na avaliação o participante deve ajoelhar-se e sentar sobre os próprios calcanhares realizando máxima flexão do quadril e joelho. Nesta posição deve colocar os cotovelos apoiados no chão com 90 graus de flexão desta articulação. Com uma mão sobre a região posterior da cervical o participante realiza a rotação da coluna cervical e, então, o avaliador mensura o movimento com a ajuda de um inclinômetro posicionado no nível da segunda vertebra torácica. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔹Neste estudo os autores encontraram excelentes valores de confiabilidade intra-examinador. A Mínima mudança detectável, para esta população, alcançou o valor máximo de 9.36 graus. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ✔️Não sabe o que é confiabilidade intra-examinador ou Mínima Mudança Detectável? Fica atento que abord...

Teste da ponte em prono é uma medida válida e confiável para mensuração da capacidade dos músculos abdominais.

DOI:  10.1111/sms.12919 IG LINK: @phasegroup O teste de resistência em prono é amplamente utilizado por fisioterapeutas e profissionais de educação física para avaliar a função da musculatura do core. No entanto, os dados relativos as propriedades de mensuração básicas (i.e. validade e reprodutibilidade) tem sido contraditórios e até pouco estudados considerada a popularidade desta medida. ⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ✅Um estudo de 2018 verificou a validade desta medida ao mensurar através da EMG os principais músculos relacionados com o tempo mantido na posição de ponte, medida de desfecho do teste. A diminuição nos valores normalizados de frequência média (NMF slope) do Reto Abdominal foram capazes de explicar o resultado dos indivíduos saudáveis no teste. Além disso, os valores de amplitude do EMG dos músculos oblíquos externos e internos mostraram que estes músculos estavam ativos durante o teste de ponte. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔸Em relação a confiabilidade, os valores de ICC intra...

NÃO existe postura ruim

IG LINK: @dorecoluna DOI:  10.2519/jospt.2019.0610 A postura é assunto frequente entre pacientes, clínicos, mídia e sociedade. Uma crença MUITO comum é que a dor na coluna é causado devido a posturas ruins como ficar sentado, em pé ou dobrar (flexionar) a coluna de forma “incorreta”. . ✔️Cabe ressaltar que NÃO HÁ evidências científicas contemporâneas de qualidade que afirmem e justifiquem as crenças citadas acima. . ✔️Mesmo na ausência de evidências científicas um mercado IMENSO apoiado na “indústria da postura” vem crescendo, com muitas propostas de intervenções milagrosas e produtos que alegam "corrigir" a postura, evitar e tratar a dor. . ✔️Além disso, muitos profissionais da saúde fornecem conselhos, tratamentos e justificativas para a dor baseados nessa perspectiva (crença) não baseada em evidências científicas. . ▪️Desta forma, como nós clínicos podemos influenciar positivamente na tentativa de modificar essas crenças?

Cuidado ao comparar o corpo humano a uma máquina

DOI:  10.1186/s12891-017-1831-7 IG LINK: ⠀ @resgatedomovimento Para corroborar com a postagem de ontem, um estudo publicado por Setchell et al (2017) teve como objetivos: 1) determinar as crenças das pessoas sobre o que causa a persistência da sua dor lombar e 2) investigar o que eles acreditavam ser a fonte desse pensamento. . . Os 130 indivíduos que participaram do estudo relataram em seus discursos que a persistência da sua dor lombar era (em ordem de maior número de respostas): . . 1) Devido ao corpo ser como uma "máquina quebrada". Assim como uma máquina, o corpo é considerado capaz de quebrar e às vezes pode ser reparado. Para essas pessoas, a dor persiste porque algo é fisicamente defeituoso. . . 2) Permanente / imutável. A dor é conceituado como estática ou fixa. Não é dinâmica ou fluida, mas imutável e permanente. . . 3) Complexa. Este é um discurso contrário aos dois primeiros. Para essa pessoas, vários fatores podem contribuir para a persistência da sua dor lomb...

Guideline da NICE sobre dor lombar e ciática

PMID: 27929617 IG LINK: @phasegroup Em novembro de 2016 foi publicado o guideline NICE, proposto para guiar a avaliação e tratamento de indivíduos com dor lombar e ciática acima de 16 anos. Destacamos as recomendações para o tratamento conservador. . ❇AVALIAÇÃO . Bandeiras vermelhas (cancer, lesão medular, fratura, etc) devem ser excluídas como possíveis causas. . Uma ferramenta de estratificação de risco como o STarT Back deve ser usada para classificar prognostico em bom, médio ou ruim. . Se bom prognóstico, considerar estratégias de enfrentamento, atividade física e independência do paciente. . Se prognóstico mais complexo, considerar programa de exercícios, com ou sem terapia manual e abordagem cognitivo comportamental. . Exames de imagem só em casos de EXTREMA NECESSIDADE. . ❇TRATAMENTO . INDEPENDÊNCIA - aconselhamento, informação, estímulo a continuar as AVDs. . EXERCÍCIO - específicos para as necessidades e preferencias, de preferência em grupo, podem ser a...

Yoga pode ser mais uma excelente opção para tratamento de pacientes com dor lombar crônica.

DOI: 10.1001/archinternmed.2011.524 IG LINK: @leo_costa_pbe Boa notícia do dia vai pra Yoga!  Um super ensaio clínico foi publicado na JAMA Internal Medicine em 2011. Os autores recrutaram 297 sujeitos com dor lombar crônica que foram divididos em classes de yoga, exercícios ou self care e foram acompanhados por 6 meses.  Os grupos de yoga e exercícios foram superiores ao self care. O que mostra que Yoga pode ser mais uma excelente opção pra tratamento de pacientes com dor lombar crônica.

Precisamos de uma abordagem dos sistemas complexos na dor lombar?

DOI: 10.2519/jospt.2019.8791 IG LINK: @resgatedomovimento Normalmente sempre começo e termino meus cursos dizendo o quanto entendo que é promissora a perspectiva dos sistemas dinâmicos/complexos para o profissional que trabalha com o movimento. O mais interessante é observar como o ambiente clínico, de treinamento e acadêmico vem aceitando essa perspectiva nos últimos anos. . . A abordagem dos sistemas dinâmicos não é uma metodologia, é uma forma de análise não-linear que se opõe a perspectiva reducionista vigente na área clínica e de treinamento. Um raciocínio reducionista busca reduzir um sistema em suas partes e tentar explicar o todo a partir da observação de uma de suas partes isoladamente (exemplo: "hiperlordose causa dor lombar" é uma interpretação reducionista). . . Dentro desse contexto, é mais interessante ainda ver como autores como Hodges, McQuade, Reeves, Cholewicki e outros, que durante os anos 2000 publicaram estudos com um forte viés reducionista, hoje c...

O método McKenzie e os exercícios de controle motor para pacientes com dor lombar crônica que possuem preferência direcional

DOI: 10.1016/j.physio.2018.12.004 IG LINK: @evidencianaveia O objetivo primário deste estudo foi comparar os efeitos a longo prazo (1 ano) do método de McKenzie e exercícios de controle motor na espessura dos músculos do tronco em pessoas com dor lombar crônica (LBP) e uma preferência direcional. . . 70 adultos com mais de 3 meses de dor lombar e uma preferência direcional participaram do estudo. . . Os participantes foram randomizados para receber 12 tratamentos do método McKenzie ou exercícios de controle motor durante oito semanas. . . A espessura muscular do transverso abdominal, oblíquo interno e obliquo externo foram medidos através de imagens ultrassonográficas. Os desfechos secundários incluíram função, percepção global e dor. . . As medidas foram coletadas no baseline, após a intervenção em 8 semanas, e em 1 ano de follow-up por avaliadores cegos. O presente artigo enfoca o acompanhamento de 1 ano. . . Cinquenta e oito participantes completaram a coleta de dados...

Fisioterapeutas brasileiros não estão utilizando as melhores evidências para tratamento de dor lombar

DOI:  10.1097/BRS.0000000000002190. IG LINK: @phasegroup ⚠️A PBE tem sido considerada a melhor maneira de tomar decisões clínicas. . ✔Para facilitar a sua utilização no tratamento de dor lombar, pesquisadores resumiram informações de ensaios clínicos nas diretrizes de prática clínica. . ✔Pensando nisso, Souza, Ladeira e o professor  @lcos3060  , conduziram um estudo com o objetivo de investigar se os Fisioterapeutas brasileiros aderem às diretrizes da prática clínica publicada pela APTA e com isso saber se as melhores evidências estão sendo utilizadas. . 📚Participaram da pesquisa 189 Fisioterapeutas de 2 associações brasileiras e os dados foram coletados através de formulário eletrônico, contendo 6 casos clínicos sobre dor lombar, que serviu de base para avaliar decisões clínicas e adesão. . 📌Resultados: . ❌Fisioterapeutas brasileiros não estão utilizando a melhor evidência disponível para tomada de decisão clínica em pacientes com dor lombar. . 🔥Autores sug...

Método Mckenzie x Placebo na dor lombar crônica

DOI:  10.1136/bjsports-2016-097327 IG LINK: @phasegroup 🔥O método Mckenzie (MDT) consiste em exercícios repetidos numa direção específica para tratar pacientes com dor de causa mecânica. O paciente é avaliado, e baseado no exame físico é alocado e tratado em um dos 3 subgrupos: Desarranjo, Disfunção ou Postural. . ✅Estudo comparou tratamento de 5 semanas (10 sessões, 2x/semana, 30-40 min) de MDT vs placebo na dor e incapacidade de pacientes com 5 semanas, 3, 6 e 12 meses após o tratamento. . 🔽Grupo MDT: exercícios específicos de acordo com a classificação do método + livro educacional do MDT. . 🔼Grupo placebo: Ultrassom pulsado (5 min) + Ondas curtas pulsado (25 min), sendo os cabos internos dos aparelhos desligados, para se obter o efeito placebo. . ▶Resultados: . ❕❕MDT foi estatisticamente (mas provavelmente não clinicamente - 1 ponto na END) superior para melhora de dor ao final de 5 semanas. Não houve diferenças significativas para dor em 3, 6 ou 12 meses. Não h...

Exercício de ponte com abdução de quadril ou sobre superfície instável facilita o recrutamento da musculatura estabilizadora do tronco

DOI:  10.1016/j.bjpt.2017.09.005 IG LINK: @phasegroup 🔹Recentemente postamos aqui os resultados de uma Revisão Sistemática que verificou que o déficit de estabilidade do CORE está associada com desenvolvimento de lesões no MMII. . 🔹Uma vez identificado o fator de risco é necessário traçar estratégias de prevenção/tratamento para diminuição do risco de lesões. . 🔹Um artigo publicado recentemente no Brazilian Journal of Physical Therapy verificou que o exercício ponte associado com abdução do quadril ou feito em superfície instável é capaz de facilitar a ativação dos músculos Oblíquo Interno e Reto do Abdome. . 🔹No estudo foram incluídos 15 indivíduos jovens saudáveis. A análise da atividade muscular foi verificada em 4 posições distintas: 1) Ponte com base estável 2) Ponte unilateral 3) Ponte unilateral com superfície instável 4) Ponte unilateral com abdução do quadril. . 🔹Nos resultados os autores verificaram ainda que a atividade eletromiográfica do músculo Reto Abdom...

Não existe um único músculo que é o melhor estabilizador da coluna

IG LINK: @resgatedomovimento PMID:  12832165 "Alcançar a estabilidade não é apenas uma questão de ativar um ou outro músculo específico, seja ele o multifido ou qualquer outro. Alcançar a estabilidade é um objetivo dinâmico, que muda continuamente em função dos torques tridimensionais necessários para dar suporte às posturas, a rigidez necessária para antecipação de cargas inesperadas ou para se preparar para a necessidade de se mover rapidamente..." . . Apesar de há algum tempo eu já não concordar com grande parte dos argumentos e pressupostos teóricos do McGill, reconheço a importância que ele tem para a área do treinamento e reabilitação. Principalmente por levantar questões pertinentes à segurança da prática de atividade física (embora eu acredite que algumas de suas opiniões geram uma forte viés de generalização). . . Essa é uma revisão de 2003, provavelmente em resposta a grande repercussão da época entorno da estabilização do "core" a partir de um único ou...

SÍNDROME da CAUDA EQUINA

DOI:  10.1136/bmj.b936 IG LINK: @julianowada.phd Síndrome da cauda equina é o resultado de da disfunção de múltiplas raizes nervosas sacral e lombar no canal vertebral lombar. A disfunção destas raizes nervosas pode causar uma combinação de sintomas clínicos, mas no caso do termo “síndrome da cauda equina” só pode ser utilizado se estiver incluído o comprometimento da bexiga, intestino, função sexual ou dormência perianal ou em sela, distúrbio esfincteriano com ou sem retenção urinária. Outros possíveis sintomas são: Dor Lombar, alterações sensoriais e fraqueza dos membros inferiores e redução dos reflexos. Somente 0,12% das hérnias discais lombares (nos níveis de L4-L5, L5-S1) causam a síndrome da cauda equina.

EDUCAÇÃO: Principais dicas para o manejo da Dor Lombar

DOI:  10.1136/bjsports-2018-100190 IG LINK: @physioupdate ▪️"Educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo". (Nelson Mandela) ⠀⠀⠀⠀⠀ ▪️Em indivíduos com dor lombar, a EDUCAÇÃO é a intervenção de primeira linha, considerada de fácil acesso e baixo custo, conforme reportado na última série do "The Lancet" sobre dor lombar (2018). ⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ▪️O editorial acima, publicado no BJSM por grandes experts na área, fornece um resumo rápido e conciso de quatro importantes etapas sobre como usar as evidências da educação para tratar indivíduos com dor lombar.

Não há relação de mochilas com dores nas costas em crianças e adolescentes

DOI:  10.1136/bjsports-2017-098927 IG LINK: @rogerio_liporaci_fisiodesporte Mochila pesada pode dar dor nas costas do seu filho. Já ouviu ? Pois então, hoje a gente sabe que essa relação talvez não seja real.  Um estudo foi publicado, olha que interessante, na Austrália que acompanhou mais de sessenta e duas mil crianças em nível estudantil viram que essas crianças que usavam mochila não tinha uma relação entre a dor nas costas e a mochila que elas estavam usando. Até mesmo o tipo de mochila, o peso ou aonde eles colocavam essa mochila não tinha relação com a dor.  O que nos mostra que talvez o problema não venha exatamente do item mochila. Pode ser que seu filho precise de um reforço muscular a mais para tolerar aquela carga que ele não está acostumado a ter.