Postagens

Mostrando postagens com o rótulo 2017

Treinar CrossFit ® é seguro?

DOI:  10.1123/jsr.2016-0040 IG LINK: @phasegroup 🔥Vocês com certeza já devem ter ouvido falar do Crossfit. Esta modalidade de treinamento tornou-se muito popular no Brasil e junto com os muitos adeptos vêm recebendo também muitas críticas. . 🔥Um dos principais argumentos levantados pelos críticos de plantão é que o CrossFit é uma modalidade de treinamento extremamente lesiva e que coloca em risco os praticantes adeptos da modalidade. Mas o que será que a evidência nos trás sobre este tipo de modalidade? De fato é mais lesivo que outras formas de treinamento?. . ✔Uma revisão sistemática publicada recentemente (2017) analisou três estudos de caráter retrospectivo que analisaram a taxa de incidência de lesões no CrossFit. Como resultado o autor revelou que a incidência de lesões no Crossfit é igual ou menor que aquelas encontradas em outros esportes tais quais: Ginátisca, Levantamento Olímpico e corrida. . ✔O autor propõe por fim que mais estudos de longo prazo sejam conduzid...

Cirurgia x Fisioterapia : Menisco

DOI:  10.1177/0363546516650180 IG LINK: @phasegroup Revisão sistemática comparou a efetividade da artroscopia para lesão de menisco. . Achados: . 🏋️ Evidências de alta qualidade mostram que a meniscectomia NÃO É superior ao tratamento conservador na etapa inicial do tratamento de lesão meniscal. . 🔪Meniscectomia é indicada naqueles pacientes SINTOMÁTICOS que não melhoram com o tratamento conservador inicial. A cirurgia é recomendada em pacientes com lesão em alça de balde e que o joelho permanece travado. . ⁉️Existe uma URGÊNCIA em evidências para determinar qual o melhor tipo de cirurgia (meniscectomia total ou parcial, sutura ou transplante meniscal) e para qual tipo de paciente (tipos de sintomas e tipo de lesão).

Avaliação da mobilidade de tronco

DOI:  10.1016/j.jsams.2016.04.006 IG LINK: @phasegroup ✋Avaliação da mobilidade de tronco . 🔴A mobilidade de tronco é uma valência importante para atletas em geral. Com uma boa mobilidade é possível dissipar cargas e transferir energia gerando aumento do desempenho e favorecendo a diminuição do estresse sobre o tecido musculo-esquelético . 🔺Embora seja possível avaliar mobilidade do tronco com goniômetro e análise 3D, ambos os métodos têm limitações que dificultam a sua realização na prática clínica. Desta forma, uma avaliação funcional, viável, reprodutível e de baixo custo é necessária neste contexto. . 💡O Leg Lateral Reach Test (LLRT) aparece como uma alternativa para os fisioterapeutas que se encontram nesta situação. Esta ferramenta mostrou-se ser reprodutível e válida quando comparada com a análise 3D para mensuração da mobilidade do tronco . ✅Para realizar o teste o sujeito deve permanecer na posição supino, e tentar com o pé alcançar a máxima distância sobre u...

Lesões de menisco ou do LCA aumentam o risco de desenvolver Osteoartrose severa ao ponto de levar à uma artroplastia total do joelho

DOI:  10.1136/bjsports-2017-097762 IG LINK: @phasegroup 🔽Um estudo caso-controle mostrou que pacientes que tiveram lesões de menisco ou do LCA apresentaram respectivamente um risco aumentado de 7 e 15x de necessitar de uma Artroplastia total do joelho como consequência de uma Osteoartrose severa. . 🔼O estudo é o maior já feito com este desenho. Os autores avaliaram o histórico de mais de 150 mil pacientes que realizaram a cirurgia nos anos de 1990 até 2011. . 💡Embora apresente algumas limitações (e.g. natureza retrospectiva) é muito difícil que estas sejam capaz de diminuir a força da conclusão deste estudo com esse N monstruoso! . ✔Marque aqui seus amigos fisioterapeutas, nos ajude à traduzir o conhecimento!

Corrida fortalece o disco intervertebral

DOI:  10.1038/srep45975 IG LINK: @phasegroup 📑Estudo publicado na Nature teve como objetivo ver características do disco intervertebral (DIV) em pessoas que não faziam esporte, e corredores de média e longa distâncias. . Achados: . ✅Os corredores apresentaram melhor hidratação, mais conteúdo de proteoglicanos e maior hipertrofia do DIV. . Implicações clínicas: . 🔥Essa é a primeira evidencia em humanos que o exercício parece ser benéfico para o DIV, acreditava-se que o metabolismo do DIV era muito lento pra sofrer algum tipo de alteração com exercício. . ❌NÃO, corrida NÃO vai acabar, estragar, danificar, tirar do lugar, criar hérnia nas suas costas. É uma atividade SEGURA se bem orientada que vai te trazer saúde e bem-estar.

Estiramento muscular na panturrilha

DOI:  10.1136/bjsports-2016-097177 IG LINK: @phasegroup 📚 Um estudo de revisão de literatura teve como objetivo identificar fatores de risco para lesão por estiramento muscular na panturrilha (LEMP). . ➡ Dez estudos foram obtidos para revisão. Um total de 5397 atletas de futebol, futebol australiano, Rugby, basquete e Triathlon foram analisados, sendo que desses, 518 apresentaram alguma sintomatologia na musculatura da perna. . ✔ O aumento da idade e a história prévia de estiramento muscular na panturrilha são os fatores de risco mais fortes evidenciados para desenvolvimento da LEMP. . ✔ Por outro lado, lesões anteriores por estiramento muscular nos membros inferiores (isquiotibiais, quadríceps e adutores) mostram-se com evidência LIMITADA para uma associação com a LEMP. Além disso, faltam evidência de uma associação da altura, peso, sexo e membro dominante como fator de risco para a LEMP. . ➕ Implicação prática: Infelizmente, todos os fatores de risco encontrados como a ...

Fortalecimento com restrição de fluxo em pacientes com dor patelofemoral

DOI:  10.1136/bjsports-2016-096329 IG LINK: @phasegroup 🔙Se você assitiu o Hangout com o Prof. Gabriel Leão viu em sua fala que o fortalecimento do quadríceps é importante terapêutica no tratamento de pacientes com DPF. O problema é que dependendo do quadro álgico do paciente não é possível realizar o fortalecimento sem que haja piora da dor. . ‼️Pensando nisso um grupo de pesquisadores na Austrália conduziram um ECA para verificar os efeitos do Treino resistido com restrição de Fluxo (TRRF). O TRRF consiste em utilizar um manguito (padronizado) para diminuir o retorno venoso e assim aumentar a fadiga muscular gerada pelo exercício. Desta forma com o uso do TRRF é possível alcançar ganhos de força e hipertrofia mesmo com cargas de 20 a 30% de 1RM. . ✴️No artigo 69 participantes com DPF foram divididos em dois grupos. Um grupo realizou 3 séries de 7 a 10RM de extensão de joelho e o grupo que realizou TRRF fez o mesmo exercícios com 30 repetições na primeira série e 15 nas 3 ...

Valores normativos do Heel-Rise test em adultos saudáveis

DOI:  10.1016/j.physio.2017.03.002 IG LINK: @thefreshmanphysio IDADE HOMEM MULHER 20 37.5 30.2 30 32.8 27.4 40 28.3 24.7 50 23.7 22 60 19.2 19.2 70 14.5 16.5 80 10 13.7 Os indivíduos (n = 566) realizaram o Heel-Rise Test com uma inclinação de 10 graus, uma vez por perna. Um subconjunto de sujeitos (n = 32) repetiu o teste uma semana depois. . Poucas coisas para tomar cuidado: 1️⃣ Os joelhos estavam extendidos. 2️⃣ Foi realizado na Suécia e precisamos levar em consideração a etnia das populações de teste. 3️⃣ Os dados acima são a média dos valores das medianas dos membros esquerdo e direito. Houve uma diferença máxima de 2 pontos em todas as faixas etárias para homens e mulheres.

Crepitações no joelho

DOI: 10.1016/j.msksp.2017.01.012 IG LINK: @rehabscience Excelente ilustração de @honest_physio que ajuda a resolver um equívoco clínico muito comum sobre a relação entre estalos, barulhos ou “cracks” que acontecem no joelho durante o movimento (crepitação) e o desenvolvimento de patologias.  -  Quase todos os dias na clínica, encontro alguém preocupado com o barulho que seu corpo está fazendo.  O joelho é uma das áreas mais comuns de preocupação, já que a articulação atrás da patela (articulação femoropatelar) geralmente produz crepitações.  -  É extremamente importante que as pessoas entendam que as crepitações do joelho geralmente não estão associados à patologia e podem realmente ser um sinal de uma articulação saudável e bem lubrificada.  Tenha cuidado para não fazer as pessoas se sentirem mal por causa do barulho no joelho, pois isso pode influenciar negativamente a maneira como vêem o corpo!  -  Então, se seus joelhos estiverem bar...

Corrida pode causar artrose?

DOI:  10.2519/jospt.2017.7137 IG LINK: @phasegroup 🏃A corrida é uma das atividades físicas mais populares. . 📌O que não sabemos é até que ponto a corrida é uma atividade segura para as articulações responsáveis pelo suporte de peso corporal. . 📚Uma Revisão Sistemática com meta-análise teve o objetivo de avaliar a associação de osteoartrite (OA) de quadril e joelho com a corrida e explorar a influência da intensidade da corrida e tempo de prática (exposição) nessa associação. . 📝Principais achados: . ✔Corredores recreacionais apresentaram uma ⬇ menor associação com OA comparado com corredores profissionais e indivíduos controle (sedentários e não praticantes de corrida). . ✔Corredores com tempo de prática <15 anos apresentaram ⬇ menor associação com OA comparado com corredores com tempo de prática >15 anos e indivíduos controle. . 📝Implicações: 👍 Corrida a um nível recreacional pode ser recomendada com segurança como um exercício geral de saúde, apresentando-se...

Terapia Manual é PLACEBO?

DOI:  10.2519/jospt.2017.0604 IG LINK: @phasegroup ✅Em maio de 2017 um grupo de pesquisadores da Universidade da Flórida publicaram um artigo de opinião na JOSPT. O paper intitulado “Mecanismos de Placebo da Terapia Manual” detalhou o ponto de vista dos pesquisadores sobre como o Placebo é o maior fator que garante a efetividade da Terapia Manual. . 🔸Segundo os autores grande parte da melhora da dor experimentada pelos pacientes tratados com terapia manual é garantida pelo efeito placebo associado com a intervenção. Os pesquisadores afirmam ainda que o efeito placebo da terapia manual é aumentado devido a natureza física da intervenção e à fatores contextuais como a expectativa do pacientes e do terapeuta. . 🔸Por fim os autores recomendam que os Fisioterapeutas continuem a melhorar as suas habilidades em terapia manual mas devem estar cientes que grande parte da melhora observada nos pacientes é fornecida por fatores contextuais ,que aumentam o efeito placebo como aliança t...

Lever Test pode ser usado para detectar ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA)

DOI:  10.1016/j.arthro.2017.03.007 IG LINK: @phasegroup 🆕 Um estudo recente mostrou que a acurácia de um novo teste ortopédico, o "Lever Test", não foi estatisticamente diferente do Lachman, podendo assim ser uma alternativa a se considerar se você suspeita que seu paciente tenha uma lesão de LCA. . 🔸Lembrando que acurácia diagnóstica de um teste representa sua capacidade em descriminar os lesionados( no caso quem rompeu o LCA) dos não lesionados. Podendo o seu valor absoluto ser afetado pela prevalência da condição testada

Uma forma acessível de quantificar a força dos músculos abdutores do quadril!

DOI:  10.1080/09593985.2017.1374492 IG LINK: @phasegroup A quantificação da força muscular em atletas é um problema importante. Boa parte dos instrumentos disponíveis apresentam limitações que dificultam seu uso na prática clínica. Os dinamômetros (Isocinético ou de mão) apresentam um custo elevado. Estratégias como avaliação do 1RM demandam um tempo que o fisioterapeuta frequentemente não tem na clínica. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔸Dado esse problema, pesquisadores validaram uma forma de baixo custo para avaliação da força dos abdutores do quadril, musculatura comumente associada com disfunções do membro inferior. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ✅Trata-se de um teste que utiliza o esfigmomanômetro como instrumento de quantificação. Na avaliação o atleta, em decúbito lateral, é instruído a realizar abdução do quadril contra o centro do aparelho. A contração deve durar 5 segundos e o pico de força é quantificado através da máxima pressão em mmHg mostrada no aparelho. Esta forma de avaliação obteve bons valores de con...

Implicações clínicas da avaliação físicas diárias de atletas com lesões agudas de isquiotibiais

DOI: 10.1136/bjsports-2017-097616 IG LINK: @physioupdate 👉🏽Uma das características do processo de reabilitação das lesões esportivas é o registro da evolução do atleta por meio de uma “avaliação contínua”, necessária para garantir ao atleta um retorno mais seguro aos treinamentos e competições. Para os atletas lesionados, pode-se incluir a avaliação da amplitude de movimento, força muscular, relatos subjetivos de dor/desconforto durante a execução de algum teste “funcional” e/ou avaliação da qualidade do movimento. Até o momento, não há informações consistentes na literatura se essas medidas diárias de avaliação apresentam alguma relação útil com o progresso da reabilitação. Se um fisioterapeuta utiliza duas medidas de avaliação clínica para documentar a progressão do atleta, não se sabe se os resultados de um teste ou de outro devem ser mais fortemente ponderados na decisão de progressão do atleta. Dessa forma, o estudo acima teve como objetivo investigar a associação de uma séri...

Lesão prévia é mesmo fator de risco para uma próxima lesão?

DOI: @phasegroup IG LINK:  10.1136/bjsports-2016-096922 Muitos estudos prospectivos mostram que lesões prévias são fatores de risco para uma próxima lesão. Será mesmo? ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔸Vamos pensar no conceito de perfil de risco (conjunto de características que classificam um atleta como maior risco). Podemos assumir que se o atleta apresenta esse perfil, antes da primeira lesão, ter o perfil é o fator de risco ok? ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 📍Agora imaginem que o atleta lesionou, e completou a reabilitação. A interpretação aqui é: se a lesão está 100% recuperada, mas o perfil de risco é o mesmo que antes da primeira lesão, o perfil de risco é o fator de risco, não a lesão prévia. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ✅Ou seja, os atletas que se lesionam são aqueles que já tinham um alto risco de se lesionarem mesmo antes da primeira lesão, por suas características. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ✅O que acontece nos estudos prospectivos é que o risco do grupo que já teve lesão prévia, já é mais alto que o resto do grupo no baseline, enviesando a an...

Cuidado ao comparar o corpo humano a uma máquina

DOI:  10.1186/s12891-017-1831-7 IG LINK: ⠀ @resgatedomovimento Para corroborar com a postagem de ontem, um estudo publicado por Setchell et al (2017) teve como objetivos: 1) determinar as crenças das pessoas sobre o que causa a persistência da sua dor lombar e 2) investigar o que eles acreditavam ser a fonte desse pensamento. . . Os 130 indivíduos que participaram do estudo relataram em seus discursos que a persistência da sua dor lombar era (em ordem de maior número de respostas): . . 1) Devido ao corpo ser como uma "máquina quebrada". Assim como uma máquina, o corpo é considerado capaz de quebrar e às vezes pode ser reparado. Para essas pessoas, a dor persiste porque algo é fisicamente defeituoso. . . 2) Permanente / imutável. A dor é conceituado como estática ou fixa. Não é dinâmica ou fluida, mas imutável e permanente. . . 3) Complexa. Este é um discurso contrário aos dois primeiros. Para essa pessoas, vários fatores podem contribuir para a persistência da sua dor lomb...

Aquecimento utilizando ativação glútea facilita o recrutamento muscular

DOI:  10.1136/bmjsem-2017-000245 IG LINK: @phasegroup 📚Estudo investigou o efeito de um aquecimento com ativação glútea sobre o desempenho de um exercício explosivo (High Hang Pull). . ✔17 atletas profissionais de Rugby realizaram um exercício explosivo após aquecimento controle e aquecimento com ativação (protocolo dos respectivos aquecimentos se encontra na figura 2 do post). . 🔹 Principais achados: . ✔Não houve diferença no desempenho (força de reação ao solo). . ✔Houve uma diminuicão da atividade mioelétrica do glúteo após aquecimento com ativação. . 🔹Autores sugerem que o aquecimento com ativação potencializa a musculatura glútea, ou seja há uma produção de força igual para uma menor atividade mioelétrica, o que sugere uma melhor eficiência neuromuscular dessa musculatura.

Reconstrução de LCA: enxerto do tendão patelar ou dos Isquiotibiais ?

DOI: 10.1007/s11999-017-5278-9 IG LINK: @phasegroup Revisão com metanálise de Samuelson et al. 2017 não mostrou diferença na taxa de re-ruptura entre os enxertos patelares e dos isquiotibiais(IsTs) para reconstrução do LCA, 2,80% e 2,84%, respectivamente. Embora os estudos mostram um aumento do volume de lesões com os enxertos de IsTs a curto e médio prazo, é importante considerar que 80% das reconstruções do LCA é feita com este enxerto. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 💡Talvez a melhor estatística que destaca o inconclusivo entre os 2 autoenxertos é o NNT (números necessários para tratar), que neste estudo foi NNT = 235. Isto é, 235 pacientes precisariam ser tratados com enxerto do tendão patelar em vez de IsTs para evitar uma ruptura. Estatisticamente falando, NNT = 1 é a melhor pontuação, representando o maior grau de benefício da intervenção. ⠀⠀

Não existe diferença biomecânica entre perna dominante e não dominante na corrida com mudança de direção

DOI: 10.1080/14763141.2018.1461236 IG LINK: @phasegroup Estudo comparou ângulos e momentos de joelho e quadril das pernas dominante e não dominante de indivíduos fisicamente ativos durante a mudança de direção. Não encontraram diferenças em nenhum dos desfechos. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔸Outros estudos avaliaram a diferença entre membros em outras tarefas e encontraram algumas diferenças, sugerindo que esta relação entre membro dominante e biomecânica seja dependente da tarefa. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 💡Deve-se considerar que somente os picos para ângulos e momentos de joelho e quadril foram avaliados. Tronco e tornozelo não foram analisados. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⚠Uma limitação grave (da maioria de estudos biomecânicos) é a avaliação de somente os picos dos desfechos. Perde-se o aspecto temporal, ou seja, não se sabe como o desfecho se comportou durante o movimento. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ✅O resultado também mostra que as diferenças nesse movimento após a reconstrução de LCA não é devido a dominância, e sim ,possivelmente, pela cir...

Tronco fletido na aterrizagem pode diminuir dor e sobrecarga no tendão patelar

DOI:  10.1249/MSS.0000000000001369 IG LINK: @phasegroup 📝Estudo do professor  @rscattone  avaliou os efeitos de se alterar a posição do tronco durante a aterrissagem na dor e forças sobre o tendão patelar de atletas de vôlei e basquete. . ⛹Os atletas foram divididos em 3 grupos: sintomáticos com tendinopatia, assintomáticos com anormalidades no tendão e assintomáticos sem anormalidades. . ⚠Os atletas eram avaliados com aterrissagens sem orientação e logo após eram aleatorizados para aterrissarem com o tronco fletido ou estendido. . 📈Variáveis cinéticas e cinemáticas no plano sagital, força sobre o tendão patelar e dor foram avaliados. . Resultados: . ‼A aterrissagem com o tronco fletido DIMINUIU principalmente a dor e a força sobre o tendão patelar comparado com aterrissagem sem orientação. Com exceção da dor, também teve menores valores de força sobre o tendão e força de reação do solo que o grupo da aterrissagem com tronco estendido. . ✅A conclusão é de...