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Mostrando postagens com o rótulo corrida

Corrida fortalece o disco intervertebral

DOI:  10.1038/srep45975 IG LINK: @phasegroup 📑Estudo publicado na Nature teve como objetivo ver características do disco intervertebral (DIV) em pessoas que não faziam esporte, e corredores de média e longa distâncias. . Achados: . ✅Os corredores apresentaram melhor hidratação, mais conteúdo de proteoglicanos e maior hipertrofia do DIV. . Implicações clínicas: . 🔥Essa é a primeira evidencia em humanos que o exercício parece ser benéfico para o DIV, acreditava-se que o metabolismo do DIV era muito lento pra sofrer algum tipo de alteração com exercício. . ❌NÃO, corrida NÃO vai acabar, estragar, danificar, tirar do lugar, criar hérnia nas suas costas. É uma atividade SEGURA se bem orientada que vai te trazer saúde e bem-estar.

Correr com uma faixa elástica entre os pés economiza energia na corrida

DOI:  10.1242/jeb.202895 IG LINK: @phasegroup A teoria dos autores é que durante a corrida natural, somente 8% é utilizado para mover o corpo para frente, e o restante é usado para freiar as pernas, controlar o centro de massa, etc. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔹Então eles colocaram uma faixa entre os pés de corredores com objetivo de reduzir o gasto principalmente no freio e aceleração do balanço das pernas. O aparato foi chamado de “exotendão”. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ✔️Foi encontrado uma economia de 6.4% na corrida. O mecanismo encontrado foi um aumento da frequência de passadas, passadas mais curtas, e redução dos momentos gerados pelos músculos de quadril e joelho durante a fase de balanço. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ✔️Mesmo com uma maior frequência, fazendo os músculos alternarem “ativação” e “não-ativação” mais vezes e possivelmente gastando mais energia, acredita-se que a economia gerada pelo exotendão supera esse gasto. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 😆Segundo os autores, nenhuma queda ocorreu.

Corredores com OA de joelho tem maior volume de cartilagem tibiofemoral após corrida comparados com indivíduos saudáveis

DOI:  10.1016/j.knee.2019.07.011 IG LINK: @phasegroup Estudo comparou o volume cartilaginoso do joelho de corredoras com OA sintomática com corredoras sem OA(~52anos). ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔹A tarefa era correr na esteira por 30 min. O volume articular foi medido por RNM antes, imediatamente após, e 19, 55 e 90 min depois da atividade. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔹A hipótese era que as corredoras com OA teriam um menor volume imediatamente após (comparado com antes da corrida) e um maior tempo para que esse volume fosse recuperado após alguns minutos. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ✔️Resultados: Não foram encontradas diferenças entre o volume articular entre antes e imediatamente após em ambos os grupos. E para surpresa dos autores, os volumes momentos após a corrida aumentaram no grupo com OA. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ✔️A teoria é que a corrida pode ter desencadeado uma resposta inflamatória pequena, aumentando o volume. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ✔️A conclusão é que esses indivíduos parecem levar mais tempo para recuperar o volume articular, mas esse temp...

Corrida pode causar artrose?

DOI:  10.2519/jospt.2017.7137 IG LINK: @phasegroup 🏃A corrida é uma das atividades físicas mais populares. . 📌O que não sabemos é até que ponto a corrida é uma atividade segura para as articulações responsáveis pelo suporte de peso corporal. . 📚Uma Revisão Sistemática com meta-análise teve o objetivo de avaliar a associação de osteoartrite (OA) de quadril e joelho com a corrida e explorar a influência da intensidade da corrida e tempo de prática (exposição) nessa associação. . 📝Principais achados: . ✔Corredores recreacionais apresentaram uma ⬇ menor associação com OA comparado com corredores profissionais e indivíduos controle (sedentários e não praticantes de corrida). . ✔Corredores com tempo de prática <15 anos apresentaram ⬇ menor associação com OA comparado com corredores com tempo de prática >15 anos e indivíduos controle. . 📝Implicações: 👍 Corrida a um nível recreacional pode ser recomendada com segurança como um exercício geral de saúde, apresentando-se...

Fatores de Risco Biomecânicos associados às lesões na corrida

DOI: 10.1007/s40279-019-01110-z IG LINK: @physioupdate A identificação de fatores de risco biomecânicos não implica que exista um estilo de execução biomecânica “perfeita”. ⠀ ▪️Não há definição clara do que exatamente é muito ou pouco para qualquer fator de risco biomecânico. Consequentemente, não devemos tentar encontrar ou utilizar valores de corte, abordando um “tamanho único” para a população no geral. A variabilidade intrínseca ao indivíduo deve ser considerada. ⠀ ▪️As abordagens biopsicossociais e multidimensionais devem ser incorporadas na avaliação, juntamente ao raciocínio clínico, sempre visando uma intervenção individualizada. ⠀ ▪️Estratégias de retreinamento da corrida podem ser consideradas para otimizar os resultados individuais, com foco na prevenção e reabilitação

Não existe diferença biomecânica entre perna dominante e não dominante na corrida com mudança de direção

DOI: 10.1080/14763141.2018.1461236 IG LINK: @phasegroup Estudo comparou ângulos e momentos de joelho e quadril das pernas dominante e não dominante de indivíduos fisicamente ativos durante a mudança de direção. Não encontraram diferenças em nenhum dos desfechos. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔸Outros estudos avaliaram a diferença entre membros em outras tarefas e encontraram algumas diferenças, sugerindo que esta relação entre membro dominante e biomecânica seja dependente da tarefa. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 💡Deve-se considerar que somente os picos para ângulos e momentos de joelho e quadril foram avaliados. Tronco e tornozelo não foram analisados. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⚠Uma limitação grave (da maioria de estudos biomecânicos) é a avaliação de somente os picos dos desfechos. Perde-se o aspecto temporal, ou seja, não se sabe como o desfecho se comportou durante o movimento. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ✅O resultado também mostra que as diferenças nesse movimento após a reconstrução de LCA não é devido a dominância, e sim ,possivelmente, pela cir...

Re-educação biomecânica da corrida diminui o risco de lesão em 62% em corredores iniciantes

DOI:  10.1177/0363546517736277 IG LINK: @phasegroup 🔶Estudo avaliou a re-educação na impacto da pisada e na ocorrência de lesão. . 🔸Foram 390 corredores, que tinham <2 anos de experiência e corriam >8km/semana. . 🔸Foram divididos em grupo re-educação (feedback do impacto por monitor e estímulo para pisar de forma macia) e controle (sem feedback). . 🔸O tempo foi de 2 semanas sendo 4 sessões por semana, de 15 a 30 min, evoluindo ao longo das 8 sessões. . 🔹Lesão foi definida como qualquer queixa musculo-esquelética diagnosticada por profissional que afastasse o corredor por pelo menos 2 dias de treino. . ✅Após 1 ano, 16% do grupo reeducação e 38% do controle se lesionaram.

Correr com tênis altamente amortecidos aumenta a rigidez das pernas e amplifica impacto

DOI:  10.1038/s41598-018-35980-6 IG LINK: @resgatedomovimento Um estudo desse ano publicado na Nature partiu de um pressuposto que, apesar de décadas de desenvolvimentos tecnológicos de tênis para corrida e do fato de que eles estão cada vez mais amortecidos - com o objetivo de minimizar o impacto nas pernas dos corredores - as lesões não diminuíram. Para investigar esse paradoxo, os autores examinaram a carga de impacto e a mecânica da corrida de membros inferiores em um tênis maximalista com grande amortecimento (43 mm no calcanhar e 37 mm no antepé) e um tênis de corrida de controle convencional (33 mm no calcanhar e 22 mm no antepé), em duas velocidades de treinamento, 10 e 14,5 km / h. Os resultados indicaram que os tênis maximalistas alteram a mecânica dos membros inferiores e amplificaram, em vez de atenuar, a carga de impacto. Esse resultado foi mais pronunciado na velocidade de corrida rápida (14,5 km / h), onde o pico de impacto da força de reação do solo e taxa de carg...

Prática da corrida em diferentes intensidades e a degeneração de quadril e joelho

DOI:  10.2519/jospt.2017.7137 IG LINK: @rogerio_liporaci_fisiodesporte Nesta época de festas e férias tem muita gente querendo começar prática de corrida.  Alentorn-Geli et al tentaram associar à prática da corrida em diferentes intensidades e a degeneração de quadril e joelho.  E o quê que eles encontraram!? Eles viram que os treinos recreacionais foram associados a menores chances degenerar. Já as corridas de alta intensidade e também quem não corre teve maiores chances de degeneração

Acumulo na carga crônica de arrancadas durante a corrida pode reduzir o risco de recorrência de lesões musculares.

DOI:  10.1016/j.jsams.2018.03.012 IG LINK:  @phasegroup 🏃Um estudo conduzido em atletas de futebol australiano mostrou que o acúmulo de cargas crônicas (Média semanal de carga de treino nas últimas 4 semanas) de sprints durante a corrida é capaz de reduzir o risco de recorrência de lesões musculares em atletas que estavam no processo de reabilitação. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔸No estudo coorte prospectivo, os atletas lesionados submetidos a uma maior período de reabilitação que por sua vez possibilitou o maior acúmulo de cargas crônicas de arrancadas durante a corrida, tiveram menos lesões musculares nos membros inferiores. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ➕Este estudo fortalece a necessidade de monitorar as cargas impostas sobre o atleta durante a fase de retorno ao esporte a fim de garantir uma volta segura à prática esportiva. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔥Agora vêm a grande questão: Vale a pena segurar o atleta assumindo as consequências negativas causadas pela ausência do jogador, a fim de reduzir o risco de lesão❔ Q...

Quais as causas de lesão na corrida segundo os próprios corredores?

DOI:  10.2519/jospt.2014.5710 IG LINK:  @phasegroup 🔷Um estudo de um grupo de brasileiros entrevistou 95 corredores em São Paulo para investigar a questão. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔶Os resultados foram agrupados em categorias: ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔸Fatores intrínsecos mais citados ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ✅“Não respeitar os limites do corpo” e “Tipo de pisada” ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔸Fatores extrínsecos mais citados ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ✅“não alongar”, “treinar em excesso”, “não aquecer”. “falta de força” e “usar tênis errado para o tipo de pisada”. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔎Para a lista completa, vocês podem acessar o artigo no drive. [https://goo.gl/forms/XhDykLtc6CTJCGEs1] ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 💡Estudo importante para conhecer as crenças de corredores e implementação de intervenções educacionais.

Síndrome do Estresse Medial da Tibia, Tendinopatia do Calcâneo e Fascite Plantar são as principais lesões musculoesqueléticas à corrida.

DOI: 10.1007/BF03262301 IG LINK: @ phasegroup 🏃Uma revisão sistemática publicada em 2012 teve por objetivo revisar na literatura a incidência e prevalência das lesões relacionadas à corrida. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔶Após análise de mais de 2000 estudos, 8 artigos foram incluídos na revisão. Deste, três tinham natureza prospectiva e 5 transversais. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ✅Os autores indentificaram a Síndrome do Estresse Medial da Tíbia, Tendinopatia do calcâneo e Fascite Plantar como as principais lesões relacionas à corrida. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ➕Em uma análise secundária verificaram que entre os atletas ultramaratonistas as lesões mais prevalentes são a Tendinopatia do Calcâneo e a Síndrome da dor patelofemoral.

Dorsiflexão de tornozelo, mobilidade de primeiro metatarso do pé e ADM de rotação interna do quadril

DOI: 10.2519/jospt.2019.7683 IG LINK: @ phasegroup 🔎A rigidez ou “stiffness” do membro inferior se refere a resistência total oferecida pelas articulações do membro inferior após o contato com o chão e subsequente força de reação do solo. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔶Têm sido postulado que um nível ótimo de rigidez nos membros inferiores deve existir para que não haja lesões em corredores. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ✅Um estudo publicado recentemente na JOSPT verificou que a restrição de ADM de tornozelo, da amplitude de rotação interna do quadril e na mobilidade do primeiro metatarso do pé e o aumento do IMC explicam parte da variância da rigidez de Membros inferiores durante a corrida, em corredores saudáveis. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ❔Você avalia mobilidade articular nos seus pacientes corredores?

Efeitos a longo prazo do uso de calçados minimalistas

DOI: 10.1080/17461391.2018.1505958 IG LINK: @ phasegroup 🔎Estudo publicado na "European Journal of Sport Science" investigou os seguintes aspectos em corredores do sexo masculino após gradual transição para uso de calçados minimalistas: ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ✔ Desempenho; ✔ Economia de corrida; ✔Força dos flexores plantares; ✔Mudança na biomecânica da corrida; ✔Densidade mineral óssea de membros inferiores ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔹Resultados mostraram que após o follow-up de 20 semanas, o uso de calçados minimalistas não alteram o desempenho; economia de corrida, velocidade e cumprimento de passada; impacto do pé e densidade mineral óssea. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🔶 Independente da intensidade do treino, o uso de calçados minimalistas aumentam a força dos flexores plantares em comparação ao uso de calçados convencionais. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ➕Autores sugerem que os corredores recreacionais que desejam realizar transição para calçados minimalistas devem consideram limitar o volume total de treino nessas condições.

Há evidências de que os corredores podem se beneficiar ao usar roupas compressivas?

DOI : 10.1007/s40279-016-0546-5 IG LINK: @ physioupdate 🏃Corredores comumente utilizam roupas compressivas (meias, calças, shorts, etc) com o objetivo de melhorar o desempenho e a recuperação. No entanto, será que essas estratégias realmente têm efeitos positivos? 🔘Uma recente revisão sistemática com metanálise publicada nessa população (Engel et al. 2016. Sports Medicine) reuniu 32 estudos publicados entre 1987-2015 (PEDro 5-9), totalizando 494 corredores. 🔘Principais achados (durante e após a corrida): ❌NENHUM EFEITO BENÉFICO (ou pouco efeito): ⏺️Desempenho na corrida (refletido nos tempos de meia maratona, corridas de 5 e 10, trilha de 15km, Sprint 400m); ⏺️Resposta cardíaca (FC, DC, PPO2, saturação sanguínea) ⏺️VO2 Max; ⏺️ Concentração de lactato sanguíneo; ⏺️Desempenho de tarefas relacionadas à força após a execução da corrida. ❌EFEITO POSITIVO PEQUENO: ⏺️ Esforço percebido durante a corrida; ⏺️Economia na corrida (frequência e comprimento do passo; tempo de balanço); ⏺️Tempo...

Não existe diferença biomecânica entre corredores de rua classificados como alto ou baixo risco de lesão classificado pelo FMS

PMID:  28900569 IG LINK: @joelhoemevidencia 🔹Nossa contribuição. Pesquisa realizado no LAMH da UFC pela Liga de Fisioterapia Esportiva 👉🏻 Pontuação do FMS não tem relação com: . - Desempenho no isocinetico (pico de torque de quadríceps e isquiotibiais, simetria entre membros e entre agonista/antagonista); . - Estabilidade postural do Biodex Balance System; . - Valgo Dinâmico de Joelho no Drop Vertical Jump Test; . - Flexibilidade; . - Ativação eletromiográfica do TrA/OI; . - Ativação eletromiográfica dos fibulares na súbita inversão do tornozelo. . 🔸Para atualizá-los das evidências: . 👉🏻FMS não consegue predizer lesão (Moran et al, 2017) . 👉🏻FMS não tem relação com performance (Okada et al, 2011) . 👉🏻FMS não tem relação com capacidade de retorno ao esporte após R-LCA (Mayer et al, 2015) . 🔹As evidências são fortes para você não usar o sistema de avaliação do FMS, mas você pode usar.. se isso te deixa feliz!

Fortalecimento muscular é a estratégia mais efetiva para prevenção de lesões esportivas

DOI: 10.1136/bjsports-2013-092538 IG LINK: @ joelhoemevidencia 🔸Análise secundária de um Ensaio Clínico Aleatorizado verificou quais os preditores clínicos para sucesso no tratamento de corredores de rua com dor patelofemoral. . 🔹O estudo encontrou que menor capacidade funcional avaliada pelo questionários KOS-ADLS (<70%) e menor força de quadríceps femoral (<70% do peso corporal) foram os melhores preditores clínicos individuais. Ou seja, piores resultados nessas variáveis indicam mais chance do paciente melhorar!! . 🔸Aqueles com intensidade da dor > 2 e presença de tendinopatia patelar associada também apresentam maiores chances de sucesso. . 🚨Sempre que eu falar em Dor Patelofemoral, estou falando em Condromalácia Patelar.. dá no mesmo!

Menor capacidade funcional e menor força do quadríceps são os melhores preditores de sucesso no tratamento de corredores de rua com dor patelofemoral

DOI: 10.1016/j.jsams.2018.01.006 IG LINK: @ joelhoemevidencia 🔸Análise secundária de um Ensaio Clínico Aleatorizado verificou quais os preditores clínicos para sucesso no tratamento de corredores de rua com dor patelofemoral. . 🔹O estudo encontrou que menor capacidade funcional avaliada pelo questionários KOS-ADLS (<70%) e menor força de quadríceps femoral (<70% do peso corporal) foram os melhores preditores clínicos individuais. Ou seja, piores resultados nessas variáveis indicam mais chance do paciente melhorar!! . 🔸Aqueles com intensidade da dor > 2 e presença de tendinopatia patelar associada também apresentam maiores chances de sucesso. . 🚨Sempre que eu falar em Dor Patelofemoral, estou falando em Condromalácia Patelar.. dá no mesmo!

Variáveis biomecânicas e força isolada dos músculos do quadril não influenciaram a melhora clínica de corredores de rua com dor patelofemoral

DOI: 10.1016/j.jsams.2018.01.006 IG LINK: @ joelhoemevidencia 🔸Continuando sobre a postagem passada.. . 🔹Força dos músculos do quadril (rotadores laterais, abdutores e extensores) e variáveis biomecânicas durante corrida (drop pélvico, rotação interna e adução do quadril, inclinação do pé, entre outras..) avaliadas no “baseline” (avaliação antes de começar o tratamento) não foram fatores preditores para melhora clínica em corredores de rua com dor patelofemoral! . 🚨Não estou dizendo que não deva fortalecer ou corrigir biomecânica, a informação aqui é outra. É sobre predição clinica!

Retreinamento da corrida : A solução para tratar lesões de Membro Inferior !?

DOI:  10.1136/bjsports-2015-095278 IG LINK: @phasegroup Retreinamento da corrida é o termo usado pra denominar o ato de avaliação da mecânica de corrida e identificação e modificação de possíveis alterações biomecânicas que podem estar relacionadas com sobrecarga e consequentes lesões. . O objetivo do artigo foi sintetizar as evidências e opiniões de experts sobre esse assunto. . Achados: . Existem algumas evidências limitadas para o uso de retreinamento da corrida (redução do tamanho da passada, aumento de frequência de passada, mudança no padrão de pisada e redução de adução de quadril) na síndrome do compartimento anterior e dor patelofemoral. . Mesmo assim, os experts recomendam o retreinamento para algumas condições: síndrome da trato iliotibial, tendinopatias patelar, do calcâneo, de isquiotibiais e glútea, dor patelofemoral, fascite plantar, sindrome do compartimento anterior e stress medial anterior. . Um grande número de evidências aponta que o retreinamento ca...