O LCA se torna mais espesso durante uma temporada esportiva
DOI: 10.1186/s40634-019-0182-8
IG LINK: @resgatedomovimento
O objetivo deste estudo foi caracterizar as alterações volumétricas do ligamento cruzado anterior (LCA) ao longo de uma temporada competitiva de futebol em atletas do sexo feminino. As imagens das 17 participantes do estudo foram obtidas antes do início da temporada de futebol e posteriormente ao fim da temporada.
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O volume médio do ligamento aumentou da pré-temporada para a pós-temporada em 10% (p = 0,006). Nenhuma atleta relatou lesão nesse período.
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Os autores concluem que a demanda física de uma temporada de futebol competitiva em atletas colegiais do sexo feminino parece causar um aumento no volume do ligamento cruzado anterior. Eles atribuem o aumento do volume ao acúmulo de lesões microscópicas ao longo da temporada que induzem inflamação e edema.
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Entretanto, o interessante é que ainda não podemos nem devemos estabelecer nenhuma relação mais aprofundada. Não está claro neste estágio se esses achados significam que esses ligamentos são mais resistentes à lesão. Será interessante ver quais informações uma coorte de 5 a 10 anos podem nos fornecer.
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Como em qualquer fenômeno, a sobrecarga a curto prazo pode nos tornar suscetível a lesões, mas a longo prazo, mais resistentes.
IG LINK: @resgatedomovimento
O objetivo deste estudo foi caracterizar as alterações volumétricas do ligamento cruzado anterior (LCA) ao longo de uma temporada competitiva de futebol em atletas do sexo feminino. As imagens das 17 participantes do estudo foram obtidas antes do início da temporada de futebol e posteriormente ao fim da temporada.
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O volume médio do ligamento aumentou da pré-temporada para a pós-temporada em 10% (p = 0,006). Nenhuma atleta relatou lesão nesse período.
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Os autores concluem que a demanda física de uma temporada de futebol competitiva em atletas colegiais do sexo feminino parece causar um aumento no volume do ligamento cruzado anterior. Eles atribuem o aumento do volume ao acúmulo de lesões microscópicas ao longo da temporada que induzem inflamação e edema.
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Entretanto, o interessante é que ainda não podemos nem devemos estabelecer nenhuma relação mais aprofundada. Não está claro neste estágio se esses achados significam que esses ligamentos são mais resistentes à lesão. Será interessante ver quais informações uma coorte de 5 a 10 anos podem nos fornecer.
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Como em qualquer fenômeno, a sobrecarga a curto prazo pode nos tornar suscetível a lesões, mas a longo prazo, mais resistentes.
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