Heavy slow resistance training para Fascite Plantar: suficiente para melhorar, não para ficar bom.

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Estudo comparou 2 programas de 12 semanas de heavy slow resistance training (flexão plantar em pé) para os desfechos dor e percepção de mudança na fascite plantar.
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🔸Grupo 1 - máxima carga possível, controlada pelo paciente, não superior a 8RM. Maior número de séries possível.
🔹Grupo 2 - Protocolo pré-estabelecido
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✅Resultados - Ambos os grupos tiveram melhoras clinicamente significantes da dor, mas sem diferenças entre os grupos.
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📍O interessante do estudo é o desfecho Patient Acceptable Symptom State (PASS). Isso é uma auto-avaliação de satisfação onde o paciente sente se ainda precisa de mais tratamento ou não.
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✅No grupo 1, 3 de 35 pacientes reportaram que não. No grupo 2, apenas 1 paciente de 35 reportou que não precisava de tratamento posterior.
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💡Interpretação - Os programas de exercícios são suficientes para fazer o paciente “melhorar”, mas não são para o paciente ficar “bom”.
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⚠Os resultados dos exercícios são muito próximos àqueles conseguidos com palmilhas, corticóides, taping e placebo.

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