Como os grandes clubes de futebol avaliam e previnem lesões?

DOI: 10.1136/bjsports-2014-093439
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Uma pesquisa de 2014 teve como objetivo determinar as percepções e práticas atuais sobre fatores de risco, testes físicos e exercícios preventivos para lesões sem contato em equipes de futebol da primeira divisão internacionalmente (tabela 1). O fisioterapeuta foi o profissional com maior representatividade no programa de prevenção de lesões (tabela 2). Os cinco primeiros fatores de risco percebidos (em ordem de classificação) foram: lesão prévia, fadiga, desequilíbrio muscular, capacidade física (fitness) e eficiência do movimento (tabela 4). Os cinco melhores exercícios usados pelos clubes foram (também em ordem de classificação): exercícios excêntricos, equilíbrio/propriocepção, exercícios excêntrico para os isquiotibiais, estabilidade do core e, dividindo a quinta posição, flexão nórdica e ativação dos glúteos (tabela 5). Os cinco testes mais usados para identificar risco de lesão (em ordem de classificação) foram: FMS, questionário, dinamometria isocinética, testes físicos e flexibilidade (último gráfico). É importante observar que 16% das equipes utilizam a sua própria versão adaptada do FMS.

Curiosamente, apesar da falta de evidência científica direta para o uso do FMS como uma ferramenta para identificar risco de lesão em jogadores de futebol profissionais, 66% dos clubes usam este teste. 
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