“Athletic Shoulder Test” (ASH test) : um novo teste de força isométrica para o membro superior
DOI: 10.1136/bmjsem-2018-000365
IG LINK: @physioupdate
🔎O “Athletic Shoulder Test” (ASH test) foi desenvolvido para replicar o estresse em grandes amplitudes de movimento (ADM) e a capacidade de transferência de força através da cintura escapular em uma posição de longa alavanca. O teste expõe os jogadores a uma contração isométrica máxima, tão rápida quanto possível.
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🏊As posições do IYT usadas no teste têm potencial de correspondência com outras ações esportivas que exigem o movimento acima da cabeça (ex.: natação, esportes de raquete, handebol e voleibol).
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📝Estudos de casos individuais, como o publicado recentemente no editorial do BJSM (Ashworth et al., 2018), sugerem o teste como potencial para utilizar no retorno ao jogo (como complemento da avaliação da função do ombro, ex.: ADM, força muscular, testes funcionais, etc) e como parte de um sistema de monitoramento. De acordo com os autores, a implementação do teste poderá garantir uma visão mais abrangente de todos os componentes considerados relevantes na manutenção da estabilidade do ombro.
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📍Foi encontrado excelente confiabilidade nas posições IYT [ICC: 0,93-0,98]. Contudo, é importante ressaltar que estudos em populações específicas (ex.: atletas overhead com x sem sintomas de impacto), relatando valores de acurácia diagnóstica (sensibilidade, especificidade, RP+, RP-), além da confiabilidade com instrumentos mais clínicos, como o dinamômetro manual (ex.: substituindo a plataforma de força), ainda são necessários para uma melhor compreensão e utilização do ASH test. Acredito que os próximos estudos serão promissores e teremos mais um teste para complementar as avaliações atuais. É importante destacar também que, atualmente, os critérios de retorno ao jogo após lesões no ombro em atletas overhead ainda não são consistentes. São baseados em fatores de risco, valores normativos e resultados em atletas de elite, diferentemente do que já se tem construído cientificamente para lesões do LCA, por exemplo. Neste Instagram existe uma postagem específica sobre essa temática (agosto, 2018).
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🔎O “Athletic Shoulder Test” (ASH test) foi desenvolvido para replicar o estresse em grandes amplitudes de movimento (ADM) e a capacidade de transferência de força através da cintura escapular em uma posição de longa alavanca. O teste expõe os jogadores a uma contração isométrica máxima, tão rápida quanto possível.
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🏊As posições do IYT usadas no teste têm potencial de correspondência com outras ações esportivas que exigem o movimento acima da cabeça (ex.: natação, esportes de raquete, handebol e voleibol).
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📝Estudos de casos individuais, como o publicado recentemente no editorial do BJSM (Ashworth et al., 2018), sugerem o teste como potencial para utilizar no retorno ao jogo (como complemento da avaliação da função do ombro, ex.: ADM, força muscular, testes funcionais, etc) e como parte de um sistema de monitoramento. De acordo com os autores, a implementação do teste poderá garantir uma visão mais abrangente de todos os componentes considerados relevantes na manutenção da estabilidade do ombro.
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📍Foi encontrado excelente confiabilidade nas posições IYT [ICC: 0,93-0,98]. Contudo, é importante ressaltar que estudos em populações específicas (ex.: atletas overhead com x sem sintomas de impacto), relatando valores de acurácia diagnóstica (sensibilidade, especificidade, RP+, RP-), além da confiabilidade com instrumentos mais clínicos, como o dinamômetro manual (ex.: substituindo a plataforma de força), ainda são necessários para uma melhor compreensão e utilização do ASH test. Acredito que os próximos estudos serão promissores e teremos mais um teste para complementar as avaliações atuais. É importante destacar também que, atualmente, os critérios de retorno ao jogo após lesões no ombro em atletas overhead ainda não são consistentes. São baseados em fatores de risco, valores normativos e resultados em atletas de elite, diferentemente do que já se tem construído cientificamente para lesões do LCA, por exemplo. Neste Instagram existe uma postagem específica sobre essa temática (agosto, 2018).
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