Lesões da sindesmose tibiofibular distal
DOI: 10.1136/bmjsem-2016-000175
IG LINK: @physioupdate
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🔸As lesões sindesmóticas ou “entorse alta” do tornozelo, envolve a ruptura de um ou mais dos ligamentos acima (ver classificação).
🔸O mecanismo de lesão mais comum ocorre quando o pé está em rotação externa com dorsiflexão excessiva do tornozelo, gerando uma distração entre a fíbula distal e a tíbia. As lesões com rupturas sindesmóticas também costumam apresentar fraturas concomitantes em ambos os maléolos (sendo a fratura mais comum) ou fratura em espiral do segmento proximal da fíbula (fratura de Maissonneuve).
🔸Entre os principais sinais e sintomas, destacam-se: dor localizada na sindesmose; edema; função diminuída; instabilidade e dificuldades para o suporte de peso corporal. Lesões sindesmóticas geralmente são associadas com períodos prolongados de afastamento do esporte, com prognóstico dependente do grau de lesão. Estima-se que essas lesões requeiram o dobro do tempo de recuperação de uma entorse lateral de tornozelo com grau semelhante.
🔸Embora a intervenção cirúrgica seja raramente indicada na ausência de fratura, o tratamento fisioterapêutico auxiliará numa recuperação mais acelerada, com melhores resultados funcionais.
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🔸As lesões sindesmóticas ou “entorse alta” do tornozelo, envolve a ruptura de um ou mais dos ligamentos acima (ver classificação).
🔸O mecanismo de lesão mais comum ocorre quando o pé está em rotação externa com dorsiflexão excessiva do tornozelo, gerando uma distração entre a fíbula distal e a tíbia. As lesões com rupturas sindesmóticas também costumam apresentar fraturas concomitantes em ambos os maléolos (sendo a fratura mais comum) ou fratura em espiral do segmento proximal da fíbula (fratura de Maissonneuve).
🔸Entre os principais sinais e sintomas, destacam-se: dor localizada na sindesmose; edema; função diminuída; instabilidade e dificuldades para o suporte de peso corporal. Lesões sindesmóticas geralmente são associadas com períodos prolongados de afastamento do esporte, com prognóstico dependente do grau de lesão. Estima-se que essas lesões requeiram o dobro do tempo de recuperação de uma entorse lateral de tornozelo com grau semelhante.
🔸Embora a intervenção cirúrgica seja raramente indicada na ausência de fratura, o tratamento fisioterapêutico auxiliará numa recuperação mais acelerada, com melhores resultados funcionais.
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