Vibração de corpo inteiro como estratégia de recuperação?
DOI : 10.1519/JSC.0b013e318242a4d3
IG LINK: @physioupdate
☢️Uma “brief review” publicada por Kosar et al. (2012), concluíram que a vibração de corpo inteiro (do inglês whole-body vibration -WBV) aplicada antes e após o exercício, tem um efeito promissor na atenuação da dor muscular (DOMS) e, pode ser complemento de outras terapias “tradicionais” para acelerar a recuperação. De fato, muitos estudos demonstraram resultados benéficos com o uso da WBV:
➡️Bakhtiary et al. (2007) e Aminian-Far et al. (2011) demonstraram que a WBV aplicada antes de exercícios excêntricos pode prevenir e controlar a DOMS em não-atletas. Rhea et al. (2007) reportaram que o iTonic WBV pode ser eficaz para reduzir a DOMS e a rigidez após um treinamento extenuante em 16 adultos (M). Lau et al (2011) avaliaram 15 jovens (M) e a WBV foi eficaz na atenuação DOMS e na recuperação da ADM após exercícios excêntricos, mas não alterou o edema, a recuperação da força muscular e a CK sérica.
☢️Porém, quando a qualidade metodológica desses estudos é avaliada, observa-se uma pontuação na Escala Pedro variando entre 4 e 5. Fatores como ausência de cegamento (alocação, sujeito, avaliador e/ou terapeuta) e falta de aleatoriedade da amostra, foram os principais itens que reduziram a qualidade dos estudos.
🤔Realmente, após ler o tópico “WHOLE-BODY VIBRATION AS A RECOVERY MODALITY”, o leitor ficará convencido de que é uma BOA modalidade a ser utilizada. 😯Porém, se você não ficar atento a esses “pequenos” detalhes, você ACREDITARÁ🤦🏽♂️ nessa evidência e passará a usá-la com o seu paciente/atleta, em sua clínica/clube! 💭Imagina o potencial efeito que essa terapia terá quando você contar para ele sobre os benefícios publicados nesse estudo?💭 Por isso é tão importante o “cegamento”🙈. Cegar garante que os efeitos da intervenção não são devidos ao Efeito PLACEBO!
⛔É importante ressaltar que também há estudos que NÃO demonstraram efeitos com o uso da terapia (RCT’s recentes), porém, a qualidade metodológica mantém a mesma dos anteriores.
Obs: Os estudos reportados aqui não são referentes a "local vibration".
🎯Transpor a melhor evidência para a prática, esse é o nosso desafio diário!😊
🔄Kosar et al. . J Strength Cond Res 26(10): 2907–2911, 2012. #physioupdatee
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☢️Uma “brief review” publicada por Kosar et al. (2012), concluíram que a vibração de corpo inteiro (do inglês whole-body vibration -WBV) aplicada antes e após o exercício, tem um efeito promissor na atenuação da dor muscular (DOMS) e, pode ser complemento de outras terapias “tradicionais” para acelerar a recuperação. De fato, muitos estudos demonstraram resultados benéficos com o uso da WBV:
➡️Bakhtiary et al. (2007) e Aminian-Far et al. (2011) demonstraram que a WBV aplicada antes de exercícios excêntricos pode prevenir e controlar a DOMS em não-atletas. Rhea et al. (2007) reportaram que o iTonic WBV pode ser eficaz para reduzir a DOMS e a rigidez após um treinamento extenuante em 16 adultos (M). Lau et al (2011) avaliaram 15 jovens (M) e a WBV foi eficaz na atenuação DOMS e na recuperação da ADM após exercícios excêntricos, mas não alterou o edema, a recuperação da força muscular e a CK sérica.
☢️Porém, quando a qualidade metodológica desses estudos é avaliada, observa-se uma pontuação na Escala Pedro variando entre 4 e 5. Fatores como ausência de cegamento (alocação, sujeito, avaliador e/ou terapeuta) e falta de aleatoriedade da amostra, foram os principais itens que reduziram a qualidade dos estudos.
🤔Realmente, após ler o tópico “WHOLE-BODY VIBRATION AS A RECOVERY MODALITY”, o leitor ficará convencido de que é uma BOA modalidade a ser utilizada. 😯Porém, se você não ficar atento a esses “pequenos” detalhes, você ACREDITARÁ🤦🏽♂️ nessa evidência e passará a usá-la com o seu paciente/atleta, em sua clínica/clube! 💭Imagina o potencial efeito que essa terapia terá quando você contar para ele sobre os benefícios publicados nesse estudo?💭 Por isso é tão importante o “cegamento”🙈. Cegar garante que os efeitos da intervenção não são devidos ao Efeito PLACEBO!
⛔É importante ressaltar que também há estudos que NÃO demonstraram efeitos com o uso da terapia (RCT’s recentes), porém, a qualidade metodológica mantém a mesma dos anteriores.
Obs: Os estudos reportados aqui não são referentes a "local vibration".
🎯Transpor a melhor evidência para a prática, esse é o nosso desafio diário!😊
🔄Kosar et al. . J Strength Cond Res 26(10): 2907–2911, 2012. #physioupdatee
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