Não foque apenas na incidência da lesão, mas também na severidade

DOI : 10.1136/bjsports-2017-098160
IG LINK: @physioupdate

🤔“Quais lesões/doenças podemos esperar? ”; “quais são mais graves? ”; “quando o risco de lesão é maior? “ ▶️Esses e outros questionamentos são pensados antes de criar #estratégiaspreventivas para gerenciar o risco de lesões. Muitos estudos focaram (e ainda focam) na INCIDÊNCIA de lesões (n° de lesões/1000h exposição). No entanto, a GRAVIDADE da lesão [n° dias= data da lesão - data de #RETORNOAOESPORTE total] também deve ser considerada. E ambas devem ser encaradas com “sinergismo”, combinando-as no conceito de “injury burden” (o produto cruzado da gravidade e incidência – exemplo acima do #futebolprofissional – #UEFA –CL). Na imagem (gráfico amarelo) observamos que: lesões dos isquiossurais, virilha, joelho e tornozelo devem ser prioridades. Se o foco fosse apenas na incidência da lesão, lesões mais graves, como RLCA estaria sendo negligenciada na imagem.
❎Limitações:1) a matriz será diferente para cada esporte, ou até mesmo nível de jogo, gênero, idade, etc; 2) algumas “fatalidades” (como morte súbita) não são registradas em lesões esportivas (isso não anula a necessidade de o profissional estar preparado para situações emergenciais); 3) cálculo da gravidade da lesão – não registra algumas consequências das lesões, como a OAJ após R#LCA (reflito aqui o que seria um RETORNO AO ESPORTE de SUCESSO) e não captura lesões que não precisou de afastamento da atividade.
▶️Quando o risco de lesão é maior?
❌Na fase preparatória, fase de grupo ou eliminatória? Se considerarmos SÓ A INCIDÊNCIA de lesões durante as partidas, teremos um resultado… (ver explicações na Figura 3 acima).
❌O impacto de lesões agudas x overuse injury (frequentemente crônicas) x doença: quando a carga de lesão “injury burden” é considerada (e NÃO SÓ a incidência), mudam-se completamente os resultados (ver Figura 4)
🤔Refletindo: Para o praticante que deseja realizar uma avaliação de risco completa, é importante considerar a carga total da lesão (não só a incidência). Ou seja, n adianta só saber que X lesão é mais incidente para aquele esporte. Os autores sugerem que o número total de dias afastados/1000h de exposição é um dado interessante para ser abordado e investigado em futuros estudos.

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