Fortalecimento de adutores do quadril reduz em 41% o risco de problemas na virilha em jogadores de futebol
DOI : 10.1136/bjsports-2017-098937
IG LINK: @physioupdate
⚽Esse foi um dos grandes trabalhos, de alta qualidade metodológica, desenvolvido pelo grupo de pesquisa do "Oslo Sports Trauma Research Center".
🔸Harøy et al. (2018), buscaram verificar o efeito do fortalecimento dos adutores do quadril, baseado no "Copenhagen Adduction exercise". Já foi reportado previamente (um dos últimos posts) que esse exercício demanda uma alta ativação do músculo adutor longo.
🔸Considerando que a fraqueza excêntrica dessa musculatura aumenta o risco de lesão dos adutores (>20%), exercícios de fortalecimento poderiam ter um importante papel no controle desse risco. O estudo teve como desfecho primário a prevalência de lesões/semana (problemas na virilha que resultaram na redução da participação em treinamento/jogo).O registro foi realizado por meio de um questionário online (aplicativo), em que os atletas preenchiam semanalmente informações referentes a prática esportiva e qualquer alteração na virilha. Os desfechos secundários foram os problemas substanciais, reportados como a redução (de moderada a severa) no volume de treinamento ou desempenho, ou ainda incapacidade de realizar as atividades.
🔹Entre os resultados principais, houve prevalência semanal de problemas na virilha de 13,5% no grupo intervenção e 21,3% no grupo controle (diferença entre os grupos 7,8%).Isso correspondeu a mais de 40% na redução do risco de problemas no grupo intervenção. Alterações substanciais também foram menores no grupo intervenção (28%) em relação ao controle (37%).
✔️Ou seja, realizar o treinamento por 8 semanas + manutenção (até 28 semanas) com uma única sessão semanal (duração <5 minutos), foi capaz de prevenir problemas na virilha. Embora saibamos que existem outros fatores que aumentam as chances de lesões/recidivas, incluir esses exercícios nos treinamentos parece ser uma boa estratégia preventiva para essa população. Faz sentido?✌️
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⚽Esse foi um dos grandes trabalhos, de alta qualidade metodológica, desenvolvido pelo grupo de pesquisa do "Oslo Sports Trauma Research Center".
🔸Harøy et al. (2018), buscaram verificar o efeito do fortalecimento dos adutores do quadril, baseado no "Copenhagen Adduction exercise". Já foi reportado previamente (um dos últimos posts) que esse exercício demanda uma alta ativação do músculo adutor longo.
🔸Considerando que a fraqueza excêntrica dessa musculatura aumenta o risco de lesão dos adutores (>20%), exercícios de fortalecimento poderiam ter um importante papel no controle desse risco. O estudo teve como desfecho primário a prevalência de lesões/semana (problemas na virilha que resultaram na redução da participação em treinamento/jogo).O registro foi realizado por meio de um questionário online (aplicativo), em que os atletas preenchiam semanalmente informações referentes a prática esportiva e qualquer alteração na virilha. Os desfechos secundários foram os problemas substanciais, reportados como a redução (de moderada a severa) no volume de treinamento ou desempenho, ou ainda incapacidade de realizar as atividades.
🔹Entre os resultados principais, houve prevalência semanal de problemas na virilha de 13,5% no grupo intervenção e 21,3% no grupo controle (diferença entre os grupos 7,8%).Isso correspondeu a mais de 40% na redução do risco de problemas no grupo intervenção. Alterações substanciais também foram menores no grupo intervenção (28%) em relação ao controle (37%).
✔️Ou seja, realizar o treinamento por 8 semanas + manutenção (até 28 semanas) com uma única sessão semanal (duração <5 minutos), foi capaz de prevenir problemas na virilha. Embora saibamos que existem outros fatores que aumentam as chances de lesões/recidivas, incluir esses exercícios nos treinamentos parece ser uma boa estratégia preventiva para essa população. Faz sentido?✌️
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