Avaliação clínica da lesão aguda de entorse lateral do tornozelo
DOI: 10.1136/bjsports-2018-099935
IG LINK: @physioupdate
✔️ A entorse lateral do tornozelo (ELT) parece ser uma lesão "simples" e comum, sobretudo na população atleta. Porém, se o tratamento for inadequado, poderá culminar em comprometimentos futuros.
✔️ Indivíduos que tiveram ELT apresentam 2x maior risco de ter uma nova lesão no ano seguinte à sua lesão inicial. Essa nova lesão coincide com a progressão de várias sequelas associadas às lesões crônicas, incluindo dor, edema persistente, sensação de instabilidade, lesão recorrente e capacidade funcional reduzida. Esses comprometimentos constituem traços característicos da instabilidade crônica do tornozelo. Altas taxas de recidiva, por exemplo, podem ser devido à reabilitação inadequada e/ou retorno antecipado ao esporte. Além disso, a interação entre os comprometimentos mecânicos e sensóriomotores que se manifestam após lesão da ELT também contribui para o desenvolvimento de instabilidade crônica. Portanto, desenvolver recomendações para uma avaliação clínica estruturada, auxiliaria na detecção prévia desses comprometimentos e futuros casos de instabilidade.
✔️ Essa foi uma tentativa (bem sucedida) de 14 especialistas da área, que reuniram os aspectos mais importantes a serem investigados na avaliação da ELT (aguda), totalmente baseado em evidências. Por meio do consenso, os especialistas desenvolveram o "International Ankle Consortium Rehabilitation-Oriented ASsessmenT (ROAST)", o qual poderá auxiliar clínicos (fisioterapeutas, médicos) na identificação de déficits mecânicos e/ou sensóriomotores associados a instabilidade crônica do tornozelo.
✔️Na imagem acima, são relatadas as considerações mais importantes em relação ao diagnóstico da lesão e os principais aspectos a serem avaliados nessa condição.
Obs: em postagem prévia, já foram abordados alguns pontos acima, como regra de Ottwa, teste de gaveta anterior (quando fazer?), etc.
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✔️ A entorse lateral do tornozelo (ELT) parece ser uma lesão "simples" e comum, sobretudo na população atleta. Porém, se o tratamento for inadequado, poderá culminar em comprometimentos futuros.
✔️ Indivíduos que tiveram ELT apresentam 2x maior risco de ter uma nova lesão no ano seguinte à sua lesão inicial. Essa nova lesão coincide com a progressão de várias sequelas associadas às lesões crônicas, incluindo dor, edema persistente, sensação de instabilidade, lesão recorrente e capacidade funcional reduzida. Esses comprometimentos constituem traços característicos da instabilidade crônica do tornozelo. Altas taxas de recidiva, por exemplo, podem ser devido à reabilitação inadequada e/ou retorno antecipado ao esporte. Além disso, a interação entre os comprometimentos mecânicos e sensóriomotores que se manifestam após lesão da ELT também contribui para o desenvolvimento de instabilidade crônica. Portanto, desenvolver recomendações para uma avaliação clínica estruturada, auxiliaria na detecção prévia desses comprometimentos e futuros casos de instabilidade.
✔️ Essa foi uma tentativa (bem sucedida) de 14 especialistas da área, que reuniram os aspectos mais importantes a serem investigados na avaliação da ELT (aguda), totalmente baseado em evidências. Por meio do consenso, os especialistas desenvolveram o "International Ankle Consortium Rehabilitation-Oriented ASsessmenT (ROAST)", o qual poderá auxiliar clínicos (fisioterapeutas, médicos) na identificação de déficits mecânicos e/ou sensóriomotores associados a instabilidade crônica do tornozelo.
✔️Na imagem acima, são relatadas as considerações mais importantes em relação ao diagnóstico da lesão e os principais aspectos a serem avaliados nessa condição.
Obs: em postagem prévia, já foram abordados alguns pontos acima, como regra de Ottwa, teste de gaveta anterior (quando fazer?), etc.
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