Atletas arremessadores com dor no ombro apresentam menor estabilidade de " CORE " e função do ombro em relação aos atletas assintomáticos
DOI: 10.1016/j.ptsp.2018.08.008
IG LINK: @physioupdate
➡️Esportes overhead são aqueles que envolvem os movimentos do braço acima da cabeça e que exigem uma ação de alta velocidade para arremessar/atacar a bola, como o handebol, voleibol, beisebol, tênis entre outros (Cools et al., 2005; Abrams et al., 2011).
➡️Sabemos que a escápula tem um importante papel durante as atividades overhead do braço, sobretudo por fazer parte da cadeia cinética, conectando o “core”(centro) aos seguimentos distais superiores. A maior parte da força necessária para arremessar uma bola, por exemplo, é gerada a partir do membro inferior e tronco, em cadeia cinética fechada. Essa ação sequenciada e coordenada da cadeia cinética é afunilada através do complexo escápulo-umeral e transferida para o braço para realizar a tarefa desejada (Kibler, 1995; Van Der Helm; Lintner et al., 2008).
➡️Os músculos do tronco e quadril, conhecidos como musculatura do “core”, são responsáveis pela função de estabilização do tronco e da pelve, e ajudam a transferir energia para as partes distais do corpo durante as atividades esportivas (Sciascia et al., 2012). Estima-se que o quadril/tronco contribua com aproximadamente 50% da energia cinética e força utilizada no movimento do arremesso (Kibler et al., 1995).
➡️Além disso, o controle neuromuscular do “core” pode ser avaliado como a sua capacidade de responder as perturbações internas e externas exposta pelo esporte. Radwan et al. (2014), encontraram uma relação linear direta entre a presença de dor no ombro e estabilidade do “core” (teste de apoio unipodal) em atletas overhead, quando comparado aos atletas assintomáticos.
➡️O estudo acima “saindo do forno” foi parte de um doutorado finalizado aqui no Brasil (UFSCar). As autoras também demonstraram alterações na cadeia cinética em atletas overhead, ressaltando a importância de avaliar outros componentes, como o tronco e a pelve, não apenas a escápula ou fatores locais de sobrecarga.
➡️Precisamos entender melhor o perfil desses atletas, talvez utilizando outras análises mais aprofundadas, não-lineares...
Avaliar e raciocinar clinicamente é essencial 🔎
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➡️Esportes overhead são aqueles que envolvem os movimentos do braço acima da cabeça e que exigem uma ação de alta velocidade para arremessar/atacar a bola, como o handebol, voleibol, beisebol, tênis entre outros (Cools et al., 2005; Abrams et al., 2011).
➡️Sabemos que a escápula tem um importante papel durante as atividades overhead do braço, sobretudo por fazer parte da cadeia cinética, conectando o “core”(centro) aos seguimentos distais superiores. A maior parte da força necessária para arremessar uma bola, por exemplo, é gerada a partir do membro inferior e tronco, em cadeia cinética fechada. Essa ação sequenciada e coordenada da cadeia cinética é afunilada através do complexo escápulo-umeral e transferida para o braço para realizar a tarefa desejada (Kibler, 1995; Van Der Helm; Lintner et al., 2008).
➡️Os músculos do tronco e quadril, conhecidos como musculatura do “core”, são responsáveis pela função de estabilização do tronco e da pelve, e ajudam a transferir energia para as partes distais do corpo durante as atividades esportivas (Sciascia et al., 2012). Estima-se que o quadril/tronco contribua com aproximadamente 50% da energia cinética e força utilizada no movimento do arremesso (Kibler et al., 1995).
➡️Além disso, o controle neuromuscular do “core” pode ser avaliado como a sua capacidade de responder as perturbações internas e externas exposta pelo esporte. Radwan et al. (2014), encontraram uma relação linear direta entre a presença de dor no ombro e estabilidade do “core” (teste de apoio unipodal) em atletas overhead, quando comparado aos atletas assintomáticos.
➡️O estudo acima “saindo do forno” foi parte de um doutorado finalizado aqui no Brasil (UFSCar). As autoras também demonstraram alterações na cadeia cinética em atletas overhead, ressaltando a importância de avaliar outros componentes, como o tronco e a pelve, não apenas a escápula ou fatores locais de sobrecarga.
➡️Precisamos entender melhor o perfil desses atletas, talvez utilizando outras análises mais aprofundadas, não-lineares...
Avaliar e raciocinar clinicamente é essencial 🔎
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