Flexibilidade de cadeia posterior e força de adutores não varia durante a temporada e não sofre influência de carga de treino em jogadores de futebol australiano
DOI: 10.3389/fphys.2018.00144
IG LINK: @phasegroup
🔎Estudo avaliou a flexibilidade de cadeia posterior (teste de sentar e alcançar e teste de lunge) e força de adutores (adutor squeeze teste) de jogadores por uma temporada inteira (1 avaliação por semana durante 35 sem).⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
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🔽O objetivo foi avaliar a variabilidade nos valores dos testes e os efeitos da carga de treinamento nesses valores.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
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🔼Uma variabilidade ínfima foi encontrada (S&A= ±1cm, lunge= ±0.5cm, AST= 8%) e essa variabilidade não foi afetada pela carga de treino (medida pela percepção subjetiva de esforço).⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
✅Esse é o primeiro estudo a avaliar atletas SEMANALMENTE durante uma temporada e nos trás algumas reflexões.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
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📣Avaliações assim podem refletir melhor a condição dos atletas que uma única avaliação pré-temporada.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
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💡Entender a variabilidade da condição do atleta pode ajudar a entender quem tem um maior risco de lesão com maior habilidade preditiva.
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🔎Estudo avaliou a flexibilidade de cadeia posterior (teste de sentar e alcançar e teste de lunge) e força de adutores (adutor squeeze teste) de jogadores por uma temporada inteira (1 avaliação por semana durante 35 sem).⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
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🔼Uma variabilidade ínfima foi encontrada (S&A= ±1cm, lunge= ±0.5cm, AST= 8%) e essa variabilidade não foi afetada pela carga de treino (medida pela percepção subjetiva de esforço).⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
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💡Entender a variabilidade da condição do atleta pode ajudar a entender quem tem um maior risco de lesão com maior habilidade preditiva.
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